pocket review: no sufoco

no sufoco. 2011. Chuck Palahniuk (sim, o mesmo que escreveu Clube de Luta). no final do livro, um aviso: quem é feliz não faz arte. as primeiras linhas, diz para você não lê, que não vale a pena. pense na pessoa mais humana, visceral, repulsiva, repugnante que conhece. Victor Mancini é pior. ele consegue chegar as camadas mais profundas de degradação com seu vício em sexo, problemas com sua mãe doente e uma paixão por uma figura - não tanto pela humana que a representa em si. é um livro no qual se vê Palahniuk não hesitar, não tremer, não abaixar para o que tem que escrever. ele e seu estilo vieram para causar desconforto e uma ressaca literária pior do que aquela que você bebeu a vodka mais barata do mercado. ao ler, se jogue e esteja ciente de que não sairá ileso. 

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